Um talvez, dia 8...
Dia que pára, dia para dar azar na sorte.
Estranho checar o agradável calendário ,e notabilizar o sublime Octo. A normalidade perece, parece,apodrece... O dia , desanuviado, se estende eterno, mas veridicamente é só uma farsa.
Palavras dissimulam-se assim ocultas, se unem na cor ausente onde os olhos não avistam;
Desígnio à desaparecer...
Saia torne-se útil, 24h instantâneas... Infrinja o que Zaratustra obstou.

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