segunda-feira, 8 de outubro de 2007

8out2007






Um talvez, dia 8...



Dia que pára, dia para dar azar na sorte.



Estranho checar o agradável calendário ,e notabilizar o sublime Octo. A normalidade perece, parece,apodrece... O dia , desanuviado, se estende eterno, mas veridicamente é só uma farsa.



Palavras dissimulam-se assim ocultas, se unem na cor ausente onde os olhos não avistam;



Desígnio à desaparecer...



Saia torne-se útil, 24h instantâneas... Infrinja o que Zaratustra obstou.















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